Started 21 Jul
Respondeu 25 Mar
Gersier de Lima ainda não recebeu nenhum presente
Postado em 19 novembro 2009 às 12:45 ‚Äî 1 Comentário
Postado em 19 agosto 2009 às 11:30 ‚Äî 1 Comentário
Postado em 21 julho 2009 às 20:05 ‚Äî 2 Comentários
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Amadeus, serão amados,
Vertendo lágrima e sorrizo!
Meu versejar, é preciso,
Usando régua e compasso
Pela forma do meu braço
Eu desenho meu destino
A esnobar do cansaço
Me chama de Severino!
Abraço, meu colega!
de um mundo de Amor e Paz!"
Os mais sinceros votos de um
Ano Novo cheio de realizações!
Beijos em seu coração.

"vou entrar nas páginas das suas fotos.eu já vi algumas,tenho certeza.creio que a partir do blog do ln,pois,eu não tirei essa minha idéia do nada.um abraço.romério
você é fotógrafo:estou certo?um abraço.romério
aceito,com prazer,a adição como amigo.um grande abraço.romério
te deixo as boas vindas.conheço a sua montes claros.
um abraço.
romério
Os Momentos
No amor,
do conhecimento ao casamento
passando por outros momentos,
o namoro por exemplo.
Dos filhos o nascimento.
E na convivência diária
havendo desentendimento,
vem a reconciliação,
e entre flores e ramalhetes
a presença de um cartão
onde há uma escrita
com pedido de perdão
e versando sobre o amor
existente no coração.
E nos momentos de dor
presente se faz também.
No sofrimento,no abatimento,
passando por outros momentos,
uma perda por exemplo,
de uma paixão,de um ente querido
ou mesmo de um amigo.
E nos seus próprios momentos
num dia que vai clareando,
com o Sol vai desabrochando
saindo de um botão
que dançando com os ventos
sua beleza vai mostrando.
Quando não é colhida,
o tempo que vai passando
trás seres que vem voando
para uma visita fazer,
e o seu pólen e néctar recolher
que farão outras flores nascer.
E antes do Sol se esconder
no manto da escuridão,
ela também vai se recolher
antes de cair ao chão,
deixando em seu lugar
onde outrora houve um botão,
um fruto ou uma semente
que mais tarde germinará.
É mais uma sábia lição
que a natureza nos da,
mesmo depois de morta a flor,
um dia seu resplendor
em outra flor reviverá.
Manhã,sol meio escondido atrás de umas nuvens que denunciavam prenúncios de mais chuvas, e la iam as duas comadres jogado conversa fora em direção ao rio.
-Sabe cumade,tava aqui pensano cum meus butão...
Butão pensa cumade?
-Não, é modo dagente falá,mas cuma ia dizeno,tava pensano cum meus butão o que leva Severino a ficar sempre resmungano e dizeno qui eu num presto,qui sô isso,qui sô aquilo,qui num faço nada dereitio.
-Uai cumade, tarveiz é pruquê oçê num faiz umas coisa diferente cum ele.
Faço cumade,faço.Hoje mermo nois já fizemo.
-E como foi cumade,oçê gostou?
Uai ,gostá num gosto não mas num em jeiito,tem que fazê quase todo santo dia senão ele qui já é resmungão,fica imbirrado.
-E ele gosta cumade?
Claro né? Viche ...que foi cumade qui oçê tá tremeno dessjeito?
-A água, ta fria por dimais num ta cumade?
Ah é isso,pensei qui fosse outra coisa.Tá,e é purcausa do tempo.
-Isssssssss...pensou qui fosse o que cumade?
Piaba biliscano oçê.Ficô la in casa cunsertando o teiado.A chuva qui caiu essa noite moiô o quarto todim e ainda dechô a cama toda insopada.
-Uai cumade, intão ondé qui oçês fizeram as coisa diferente?
Cumade, será qui oçê ta pensano o qui eu acho qui oçê ta pensano?Ô mentizinha danada sô.O qui nois fêiz diferente hoje foi invêiz de tomá café na cuzinha,nois foi pro quintá pruque a casa tava toda cheia dágua.
-Ô cumade, sabia qui eu morro de medo de aranha?
É cumade,sabia não.
-Pois é e lá in casa tem um buraco que ta cheio de teia de aranha. E agora sou eu qui ta pensando cums meu Butão.Já qui o Zé foi la na cidade arresorvê uns negóço e deve demorá um tempão,pede pru cumpade Severino dá um pulim lá in casa.Quem sabe ele num vai vortar pra sua casa todo sastifeitio pruquê feiz outra coisa diferente?
Qui ôtra coisa diferente cumade?
-Uai,tirá as teia de aranha do buraco qui falei cum oçê cumade.
É mesmo né cumade,quem sabe ele num amiora!
-Intão, vamo imbora?
Vamo
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