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Mauricio Novais
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“Não quero que se divirtam com minha história, pois não é este o motivo pelo qual a escrevo, mas que sintam na pele a dor de cada corte, de cada ferida exposta, de cada alucinação, tão forte e intensamente como a sinto neste momento. Neste tecer…
novembro 20
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Autopsicobiografar a vida de poetas Em autopsicobiografias insones Quando dormes o sono dos justos E biografas a luz das autopsicografias Angelicais. Desnudar a pele das psicossomias, Disfarçando a consciência autoral De poemas e flores primaveris…
setembro 3
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Se me perguntarem se amei... Sim, amei. E amei tão desesperadamente... tão insensatamente quanto a chuva que ama a terra e se entrega a ela. Se me perguntarem se amei... Sim, amei. E amei tão loucamente que até chorei, Tão estupidamente que simplesm…
junho 8
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Declaro-te meu amor (voluptuoso talvez) Às pedras que inertes permanecem, Às ruas que estreitas sobrevivem, Aos velhos que não se deixaram seduzir Pela claridade luminosa da televisão. Obrigo-me a amar teu cemitério, Que por muito tempo tem abrigado…
abril 15
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Tal qual Baudelaire - conforme dizia meu amigo A. Zarfeg - as reiminiscências me fazem cruel, servil, subserviente, concomitantemente eu, sob a luz pálida do luar. Tal qual Vivaldi - conforme o lirismo de Rubem Alves - as indiferenças me tornam poe…
março 27

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URL de Blog ou Página Pessoal
http://www.recantodasletras.com.br/autores/mauricionovais
Endereço de mensagens instantâneas (MSN ou Skype)
mauricio74321@hotmail.com
Email
mauricio74321@hotmail.com
O AMIGO DE BAUDELAIRE

Tal qual Baudelaire
- conforme dizia meu amigo A. Zarfeg -
as reiminiscências me fazem cruel,
servil,
subserviente,
concomitantemente eu,
sob a luz pálida do luar.

Tal qual Vivaldi
- conforme o lirismo de Rubem Alves -
as indiferenças me tornam poeta,
insensível,
imprestável,
inimaginavelamente como sou,
sob a frígida luz do sol.

Blog de Mauricio Novais

Mauricio Novais

Um Crime Passional





“Não quero que se divirtam com minha história, pois não é este o motivo pelo qual a escrevo, mas que sintam na pele a dor de cada corte, de cada ferida exposta, de cada alucinação, tão forte e intensamente como a sinto neste momento. Neste tecer de velhas confidências, só carrego na consciência o peso das folha… Continuar

Postado em 20 novembro 2009 às 10:45 ‚Äî

Mauricio Novais

SONHOS DE F. PESSOA

Autopsicobiografar a vida de poetas
Em autopsicobiografias insones
Quando dormes o sono dos justos
E biografas a luz das autopsicografias
Angelicais.

Desnudar a pele das psicossomias,
Disfarçando a consciência autoral
De poemas e flores primaveris
Que mudam em autópsias
De corpos carnais.

Inebriar psicomotrícias primitivas
E desvirtuar a virtude de poetisas,
Desvendando mistérios míticos
De sombras místicas
Em dores fatais.

Engessar a psicossociedade paternal
Nos embates ideológicos dos mundo… Continuar

Postado em 3 setembro 2009 às 9:59 ‚Äî

Mauricio Novais

Uma Vida Inteira de Ilusões

Se me perguntarem se amei...
Sim, amei.
E amei tão desesperadamente...
tão insensatamente quanto a chuva
que ama a terra e se entrega a ela.
Se me perguntarem se amei...
Sim, amei.
E amei tão loucamente que até chorei,
Tão estupidamente que simplesmente me deixei
acreditar que seria pra sempre.
"o que é pra sempre sempre acaba"
Se me perguntarem se amei...
Sim, confesso que amei.
E amei tão insolitamente que chorei
Chorei a dor de não poder amar...
Chorei como se não pudesse segurar...
Chorei co… Continuar

Postado em 8 junho 2009 às 11:57 ‚Äî 2 Comentários

Mauricio Novais

COISAS DE ITAOCA

Declaro-te meu amor (voluptuoso talvez)
Às pedras que inertes permanecem,
Às ruas que estreitas sobrevivem,
Aos velhos que não se deixaram seduzir
Pela claridade luminosa da televisão.
Obrigo-me a amar teu cemitério,
Que por muito tempo tem abrigado amigos;
Obrigo-me também a amar teus barracos de miséria;
Obrigo-me, aliás, a amar teus sonhos de grandeza.
No fim, amo-te sem nenhuma obrigação.

Declaro-te meu amor às pedras
Que calçam tuas ruas,
Às casas históricas que figuram teu semblante,
E qu… Continuar

Postado em 15 abril 2009 às 12:15 ‚Äî

Mauricio Novais

O AMIGO DE BAUDELAIRE

Tal qual Baudelaire
- conforme dizia meu amigo A. Zarfeg -
as reiminiscências me fazem cruel,
servil,
subserviente,
concomitantemente eu,
sob a luz pálida do luar.

Tal qual Vivaldi
- conforme o lirismo de Rubem Alves -
as indiferenças me tornam poeta,
insensível,
imprestável,
inimaginavelamente como sou,
sob a frígida luz do sol.

Postado em 27 março 2009 às 18:15 ‚Äî

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Às 21:03 em 27 março 2009, Eduardo Ramos disse...
Maurício, obrigado pelo convite, já aceito!!! O Verso&Prosa tem essa vantagem, você alia música, vídeos, poesias... e ainda faz amigos! Grande abraço !!! Eduardo
 
 

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