joao carlos pompeu ainda não recebeu nenhum presente
Adicionado por joao carlos pompeu
Postado em 22 novembro 2009 às 17:00 ‚Äî 1 Comentário
Postado em 3 novembro 2009 às 16:00 ‚Äî 2 Comentários
Postado em 3 novembro 2009 às 11:46 ‚Äî 3 Comentários
Postado em 3 novembro 2009 às 11:40 ‚Äî 3 Comentários
Postado em 3 novembro 2009 às 11:30 ‚Äî 2 Comentários
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Seu comentário bem disposto me fez sorrir... chamou-me rainha, ahahah!!!
Não, a rainha não morreu, digamos que foi para termas... e voltará.
Claro que na sua ausência eu vou precisar do apoio de todos os amigos para manter a chama acesa, nesta comunidade de Amigos. Conto com você.
E muito obrigada por seu carinho.
Beijo
meggy
É verdade, são (somos) uns chatonildos ! (rss).
Puxando um pouco a lenha pra minha sardinha..
é que ninguém passa impune pela Cidade Maravilhosa...se preciso for, qualquer um sai cantando até babalú em grego,! (rss). Eu acho é que vou compor um "Canto do Rio na Chuva", pois hoje aqui tá assim assim.. (rss)
Beijão e ótima semana pra vc!
Que bom que vcs gostaram (cada vez que conheço Borges, mais me apaixono).
Quanto à ideia-nome .. caramba! estou mais pra Mônica do Maurício (será que a feição combina?!?! rss).
(e mais: se o J.D.Salinger era Botafogo, continuo no time dele, viu?!!! rssss).
Beijão procê!
Você amassou com jeito esse pão que o diabo há de comer, pra aprender...
Vamos fazer figa, nos benzer!...
Mesmo que ele não exista, é melhor não descrer! Rsrsrs...
Enquanto isso... comamos nosso prato frio: vingança! Rsrsrsrs...
Abraços!...
Achei interessantíssima a associação mulheres-pássaro azul (também vejo o pássaro como aquela "coisa" inerente a todos os poetas -homens ou mulheres - que precisa estar ali, guardada... o alimento das divagações...da própria vida! ( pelo menos esta é a minha "viagem"! rss).
(estou conhecendo Bukowski aos poucos, e particularmente com ele, meu pássaro não morre de fome! rss).
Grata pela visita e um ótimo final de semana!

PARA TIFoi para ti
que desfolhei a chuva
para ti soltei o perfume da terra
toquei no nada
e para ti foi tudo
Para ti criei todas as palavras
e todas me faltaram
no minuto em que talhei
o sabor do sempre
Para ti dei voz
às minhas mãos
abri os gomos do tempo
assaltei o mundo
e pensei que tudo estava em nós
nesse doce engano
de tudo sermos donos
sem nada termos
simplesmente porque era de noite
e não dormíamos
eu descia em teu peito
para me procurar
e antes que a escuridão
nos cingisse a cintura
ficávamos nos olhos
vivendo de um só
amando de uma só vida
Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"
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