joao~grando ainda não recebeu nenhum presente
Respondeu 11. Dez, 2008
Respondeu 27. Out, 2008
Respondeu 27. Out, 2008
Adicionado por joao~grando
Adicionado por joao~grando
Postado em 11 dezembro 2008 às 9:50 ‚Äî
Postado em 11 dezembro 2008 às 0:30 ‚Äî 2 Comentários
Postado em 24 outubro 2008 às 19:27 ‚Äî 2 Comentários
Bem-vindo a
Verso e Prosa
© 2009 Criado por Renata
Badges | Relatar um incidente | Privacidade | Termos de serviço
Caixa de Recados (45 comentários)
Você precisa ser um membro de Verso e Prosa para adicionar comentários!
Entrar nesta rede social
te deixo um grande abraço.como está o trabalho com a fênix,aquela ruiva indomável?
romério
Olha o que aconteceu conosco...agora tenta-se o resgate da geração 80 mas é mais jogada mercadológica do que qq outra coisa.
A pintura nunca esteve tão jogada às traças como agora.
Admiro e respeito muito os que ainda pintam. São uns obstinados.
Sim. Isso é o que é interessante: a superação da vanguarda (vamos dizer assim).
Mas acho que isso, no campo da representação (coisa que sozinha não diz nada, porque arte tb é construção e expressão), eles são companheiros da crise da historiografia e das ciências sociais naquele aspecto de não ter grandes acontecimentos em que idéias (tese e antíteses) se chocariam (e criam a síntese). Numa forma mais didática, a história teria acabado com o muro de Berlim...
Isso não leva em conta as transformações que a América Latina vem tendo nos últimos anos em que a democracia vem vingando entre nós, por exemplo. Por isso questiono a tese do "fim da história". Mas discutir representação entre "agitadores culturais" (se me permite incluí-lo no termo) é coisa chata. Deixemos isso pro amansadores culturais (os críticos de gabinete).
Prefiro ficar com a posição de Octavio Paz quando ele diz que depois de Platão, da Igreja e de Marx, temos o poético como resposta aos anseios, como promessa da outridade. Ao ler poemas, entramos em contato com o mundo do porvir. O poético seria prenunciador da Outridade (termo criado por ele pra não usar termos como "comunismo").
Enfim, fiquei meio cabreiro, ao mesmo tempo que achei que trouxe coisas bem interessantes pra pintura...
Bem, termino pedindo pra não ligar pra minha rabungentice de esquerda. A USP faz isso com as pessoas. No fundo é uma limitação (por mais que meus professores pensem que é uma "inteligência apurada").
um gde abço, meu caro.
=:B
Li sobre a transvanguardia. Tem umas coisas interessantes, sim, enquanto pintura. Mas não fui lá muito com a cara do grupo. Um papo de fim da história (=fim das lutas de classe (!!!!)) que não me convence.
O "retorno à pintura" é interessante pra mim porque estou um pouco nessa de "retorno ao soneto" (que seria o primo ocidental do haicai, este sim em moda por cá).
Mas acho que o retorno ao soneto ou à pintura não devam ser tratados como fim da história (=fim das ideologias???), deve ser tratado como à volta às origens, à raiz, e a história continua. Algo sim.
Valeu como exercício definidor de posições conhecer a transvanguardia.
Abço.
=:B
obrigado e um abração
rubens
o daniel é taxativo.se possível,dê umas cutucadas nele.
um abraço.romério
obrigada pelas suas órbitas lá no Lua. Teu comentário foi absolutamente bem entendido: é isso mesmo, nada mais é do que a lua em libra. Beijo
eu até deixei recado pra ele enquanto estava na fila da escola, para pegar as meninas.
E descobri que ele, em completo respeito aos meus Sinistros Autorais, andou distorcendo uns versos meus!
:o))
A foto tem uns 5 meses.
Isso, vermelha...
(( aliás, foi isso que originalmente vir falar, mas daí encontrei o Coelho aí abaixo, ahah... beijoooo)
Ver todos os comentários