Verso e Prosa

Todas as mensagens de blog com a tag 'poesia' (375)

joao carlos pompeu UMA SINGELA HOMENAGEM AO ANO DA FRANÇA NO BRASIL, ANNO DA GRAÇA DE 2009

UMA SINGELA HOMENAGEM AO ANO DA FRANÇA NO BRASIL, ANNO DA GRAÇA DE 2009 um conto que procura um argumento que procura uma trama que procura um clímax que procura um estilo que procura um pretenso escritor não tão jovem que procura um concurso e que se tornou uma nouvelle vague de capítulos francos e instáveis. capítulo 1 Nas trevas do meu quarto imerso na luz diabólica da tela o.b.scena do computador a espalhar minhas volúpias sec… Continuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 14 dezembro 2009 às 0:30 — Sem comentários

joao carlos pompeu HAICAI DUPLO 125

haicai duplo 125 o garotão na rua vai que vai e( ) vai depois... uma perna manca o garotão na rua vai que vai e( ) vai depois... uma perna puxa jc.pompeu, nov 2009 Continuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 14 dezembro 2009 às 0:12 — 2 Comentários

joao carlos pompeu HAICAI DUPLO 126

haicai duplo 126 os caras de copenhague se exibem suas pre/pôtencias a cronos se acham ser o tempo os caras de copenhague se exibem suas pre/pôtencias a cronos se iludem ter o tempo jc.pompeu, nov 2009 Continuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 14 dezembro 2009 às 0:09 — 2 Comentários

joao carlos pompeu POESIA: TRANSE/UNTE 06

transe/unte 06 sua magra feição branquelo destoa no ponto de ônibus na parada da periferia negra/morena/parda incúria – em que todos – fashion de novela e fama, de tribal estilo e drama, de bugigangas e futuramas é multidão/massa de opinião sem valor de vida consciente. zumbis do imposto mercado da audiência do papa da vez. ar de atrasado/ansioso para o emprego na tarde/noite de vender moda e desejo no shopping west plaza na aurora casa das cuecas do se… Continuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 13 dezembro 2009 às 23:30 — Sem comentários

EDILOY ANTONIO CARLOS FERRARO AVENTURA PESSOAL

ótica desfocada das imagens corriqueiras busco nas entrelinhas o que se presume ou se adivinha nestas viagens saltam-me cenas desfiguradas, bizarras, gargalhadas sem sons maneiras de se conviver comigo mesmo neste enredo coletivo em alhures plagas oníricas deleites d'alma jamais fugas visão íntima inconcebível nas formas Alice nas maravilhas seu coelho apressado homem de lata espantalho assim me distancio me aproximo na distância da essência esquecida... Continuar

Adicionado por EDILOY ANTONIO CARLOS FERRARO em 13 dezembro 2009 às 17:50 — 1 Comentário

Hideraldo Montenegro CONSUMADO

Andrea Mantegna CONSUMADO Não me importa mais estas veias, este sangue esta teia, este mangue Não me importa mais este dinheiro, este whisk, este isqueiro, este trejeito Não importa mais Este nome, esta data Esta farsa, esta falta Não me importa mais estes olhos, esta pele esta língua, este tinteiro Não importa mais porque todos os sentidos agora são iguais Continuar

Adicionado por Hideraldo Montenegro em 8 dezembro 2009 às 10:30 — Sem comentários

Emilio (@PoeTwittar) Biotipo

Não sou do tipo que lê poesia; Não sou do tipo que envia flores; Não sou do tipo que manda mensagem pelo celular. E se mesmo assim, você faz questão de me conhecer, preciso te alertar: Que sou do tipo que usa ainda ponto e vírgula; esconde pecados; adora remédios de tarja preta e some no meio da multidão. Sou do tipo que tem por cima da uma empoeirada escrivanhia um giz de cera vermelho (cheiro de infância) e um caixa de sabonete Francis (cheiro do sul). E se apesar de de tudo, você ainda penContinuar

Adicionado por Emilio (@PoeTwittar) em 7 dezembro 2009 às 10:54 — 2 Comentários

LaraKO It was to be (Era pra ser)

It was to be (Era pra ser) Quando te conheci,me aproximei Então te provoquei E logo me apaixonei Deixando me levar nas armadilhas do meu carente subconsciente Entregando-me mais não totalmente Nada de corpo somente mente Essa"modernidade"toda mexe com gente como a gente Carente mas consciente infeliz’mente....… Continuar

Adicionado por LaraKO em 30 novembro 2009 às 11:00 — 1 Comentário

Roberto Costa Carvalho TORMENTA

Ventos acumulam-se... E nuvens. Eles se revestem de memória e de carne, de gritos de almas, de dores de sonhos. Nas distâncias das montanhas, na chegada da noite anunciada, raios são metais que fendem as rochas, as batidas do martelo na bigorna, o chão em que não se pisa. E, por trás de três paredes de luz, olhos cobertos por cortinas rasgadas, as conformidades de três espelhos e cabides com velhas roupas pendentes, sangue derramado em leito quebrado. No mormaço do ar, forja-se o tempo, o anon… Continuar

Adicionado por Roberto Costa Carvalho em 29 novembro 2009 às 13:26 — 2 Comentários

LaraKO 字LetrA字

Nesse mundo vil Tenho me descaracterizado Tentando me adaptar Eu li em algum lugar Que sua escrita te traduz Posso ser engraçada Posso ganhar várias formas Posso traçar metas... ...Às sou vezes direta Às vezes não me entendo Às vezes me perdendo e quase desaparecendo Furiosa, agradável,… Continuar

Adicionado por LaraKO em 28 novembro 2009 às 10:30 — 1 Comentário

LaraKO A procura de um sinal teu Eu penso através das horas vivo além dos dias e morrerei no final dos anos

A procura de um sinal teu Eu vou provar o orvalho da manhã Eu estou pendendo entre outros porquês Entre aceitar que realmente existisse.... Ou o quanto realmente eu posso merecer Quero que o sol da manhã faça resplandecer Cada por que da necessidade do meu ser Eu o sinto, mas não o posso ver Logo não posso ver… Continuar

Adicionado por LaraKO em 27 novembro 2009 às 12:00 — 2 Comentários

LaraKO Fraqueza *weak*

São velhas as coisas não as quero lembrar Coberto de vergonha, não me atrevo a pensar Tudo isso me corrói me faz querer desaparecer Será que não é possível esquecer? Se lembrar é doloroso Queria nunca ter existido (qual o sentido de viver?) O tempo não volta atrás Eu estou seguindo, mas essas voze… Continuar

Adicionado por LaraKO em 21 novembro 2009 às 12:30 — Sem comentários

LaraKO Acredite (Believe)

Believe No dia da confissão diremos a nós mesmos Que estamos com nossas asas quebradas E estamos cansados De tão somente saber Estaremos a procurar O que fato de nos faz achar Que um dia essa procura terá um fim Temos perdido nossa luz e esperança Em algum lugar que vive dent… Continuar

Adicionado por LaraKO em 21 novembro 2009 às 10:30 — 1 Comentário

Emilio (@PoeTwittar) Uma nova tentativa

Queria te ver tanto, tanto mas não consigo tudo por causa de um mal-entendido. Queria te tocar tanto, tanto mas não consigo porque tudo foi estupidamente proibido. Continuar

Adicionado por Emilio (@PoeTwittar) em 21 novembro 2009 às 9:34 — 1 Comentário

Hideraldo Montenegro QUE ALMA SE PERCEBE?

imagem retirado do google QUE ALMA SE PERCEBE? Mas, que alma perde-se nos cemitérios entre covas e corpos desfeitos? Que alma vaga leve mágoa insistente e se assombra persistente na vida? Que alma perdida encontra-se ferida sem um corpo que marque esta dor? Que alma não sangra por causa deste amor-vida e segue insensível sensitiva? Que alma não se assombra… Continuar

Adicionado por Hideraldo Montenegro em 20 novembro 2009 às 20:04 — Sem comentários

Roberto Costa Carvalho INTERLOCUÇÕES

Os inversos, as conversas e as pessoas adversas: olhos que se agitam, olhos que se justificam, que se liquidificam conversos. Existem muitos ventos e um só tempo invisível, os inventos espúrios das sombras, sombras que não gritam, que nunca dizem, que nem explicam. Então se compõe um momento sintético, extravagâncias, supostas formas originais; há uma linguagem adequada e bem urdida, o silêncio de ser, o que se faz... E, na noite, há catástrofes invisíveis de eternidades, desarticulações, sub… Continuar

Adicionado por Roberto Costa Carvalho em 14 novembro 2009 às 23:10 — 1 Comentário

LaraKO From the box [Letters] theme "CASE"

1# Case

CASE A ESPERA DEMORADA ME FEZ CAMINHAR EU NÃO SEI ESPERAR NÃO ME ACOMODA SABER QUE PRECISO CRESCER NÃO ME CONFORTA SILENCIOSAMENTE ESPERAR EMBRENHANDO-SE DE DENTRO DESSE CASULO EU VOU ME TORNAR AQUILO QUE REALMENTE SOU EU JÁ TIVE MEU TEMPO DE RASTEJAR EU NÃO SOU MAIS O MESMO ALGO MUDOU EU ESTOU SUSPENSO… Continuar

Adicionado por LaraKO em 11 novembro 2009 às 10:18 — Sem comentários

joao carlos pompeu POESIA: POEMINHA BESTIAL!

POESIA: POEMINHA BESTIAL! já destoava na terna infância aquela estranha feição gris. já homem fora feito à têmpera de afeto e, muito, muito alho... um belo dia a mãe, sus/peito, notara assim-assim o de/feito: – meu filho, você está ficando... grisalho! meu/espelho/filho/meu sem jeito: – cara! foi é muito, muito alho... caralho! do talho abril despedaçado à culpa materna no ato falho chorou um mar desvairado na velha colcha de retalho... e nunca, nunca maisContinuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 3 novembro 2009 às 16:00 — 2 Comentários

joao carlos pompeu HAICAI 124

haicai 124 o menino passeia no triciclo espremido só ele cresceu! jc.pompeu, nov 2009 Continuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 3 novembro 2009 às 11:46 — 3 Comentários

joao carlos pompeu HAICAI 123

haicai 123 sol de finados coral de cigarras acesas canta o réquiem jc.pompeu, nov 2009 Continuar

Adicionado por joao carlos pompeu em 3 novembro 2009 às 11:40 — 3 Comentários

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