Amores eternos... (12-11-09)
Amores há
Que de tão eternos
Não se perdem no tempo do fim...
Debruçados assim
Num pedacinho do infinito
Só fingem aos amantes
Que findaram...
Que nada!...
São como as estrelas,
Cuja morte,
Morte de verdade, não é...
Mera metamorfose
Em outros astros,
A viver nos céus...
***
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