Verso e Prosa

Amores eternos... (12-11-09)


Amores há
Que de tão eternos

Não se perdem no tempo do fim...

Debruçados assim
Num pedacinho do infinito

Só fingem aos amantes
Que findaram...

Que nada!...
São como as estrelas,
Cuja morte,
Morte de verdade, não é...

Mera metamorfose
Em outros astros,
A viver nos céus...


***

Compartilhar 

Adicione um comentário

Você precisa ser um membro de Verso e Prosa para adicionar comentários!

Entrar nesta rede social

Sandro Pinto Comentário de Sandro Pinto em 13 novembro 2009 às 13:32
Interessante a imagem morte da estrela ser apenas uma transformação. De fato é assim que acontece. Quando uma estrela morre parte dos elementos pesados (carbono, ferro...) são espalhados no seu entorno que o torna mais rico. Os astrônomos acreditam que somos resultados deste enriquecimento. Por isso, desta vista, não seria exagero ou metafórico afirmar que somos filhos das estrelas. Bem..., não tem como não ver poesia nessa frase (rs). Forte abraço, poeta. Sandro Pinto.
CRIS LIMA Comentário de CRIS LIMA em 13 novembro 2009 às 6:06
AH EDUARDO...EDUARDO
BJS

© 2009   Criado por Renata

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo